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Já sabíamos que uma das grandes leis do mercado é a de que nunca se lança livro em dezembro. Porque as compras das grandes livrarias já foram feitas e tal. Por isso, a Veneta estreou em dezembro de 2012.

São cinco anos em que temos tentado honrar nossa promessa de não seguir os caminhos já asfaltados.

E temos nos dado bem: vários prêmios, alguns livros em listas de mais vendidos e o principal: o respeito das ruas.

Isso só foi possível porque tivemos nossos cúmplices: leitores, autores, colaboradores editoriais, livreiros, gráficos e tantos outros. Muito obrigado a todos vocês!

O mérito maior da Veneta em seus cinco primeiros anos de existência não se limita à consolidação do mais relevante catálogo de HQs do país. O principal feito do selo tem sido a construção de uma linha editorial que inspira resistência e subversão em tempos de conservadorismo aflorado e certo pendor pela censura. Que venham, no mínimo, mais 50 anos.

Ramon Vitral, jornalista e criador do site Vitralizado


“Cinco anos de existência foi tempo de sobra para a Veneta chacoalhar o mercado brasileiro de HQs e se impor como uma das editoras mais influentes no meio. Na contramão da corrida incessante por mais blockbusters, a Veneta nos presenteia com livros provocativos, desconcertantes e ousados. Quadrinhos que não buscam um fim em si mesmos: quadrinhos que dialogam com o mundo!”

Douglas Utescher, sócio da Ugra


“A Veneta abraça e celebra o esquisito e o excêntrico com maestria.

Quando eu bolei uma série de fantasia pós-apocalíptica ultra-violenta e cartunesca, com um anti-herói inspirado no G.G. Allin e um belo fuck no título, fiquei em dúvida se existiria alguém com coragem de apostar em um lançamento desses no mercado literário brasileiro.

Agradeço aos demônios a existência dessa maravilhosa editora, que acolheu com muito apreço a minha gangue de personagens transtornados”

Yuri Moraes, autor de WASTELAND SCUMFUCKS – TERRA DO DEMÔNIO

 


“Nem parece, mas faz cinco anos que a Veneta está calibrando essa mistura tão particular e tão própria do mundo dos quadrinhos e da cultura com o mundo da política. É uma marca tão singular que só no seu catálogo não parece esquisito misturar Aracy de Almeida com Black Bloc.”

Pablo Ortellado, coautor de 20 CENTAVOS – A LUTA CONTRA O AUMENTO

 


“No catalogo da Veneta estou em boa companhia e sou tratado como um autor respeitável. Por mim, tudo bem.”

Allan Sieber – coautor de QUEM TÁ CHORANDO?

 

 


“Em apenas 5 anos a Veneta se tornou uma das mais importantes editoras de quadrinhos autorais e literatura alternativa do Brasil, publicando Marcelo D’Salete, Marcello Quintanilha, Wagner Willian, Matt Groening, Robert Crumb, Neil Gaiman e mais uma centena de outros. O que mostra que a grandeza de uma editora não é medida por seu tamanho, mas por seu editor e seu catálogo.”

Claudio Martini, publisher da editora Zarabatana


“Muito mais do que editora, a Veneta é um projeto de corajosa resistência. Um dos poucos redutos da arte brasileira onde os desajustados com o sistema encontram acolhida.”

Roger Franchini, autor de PONTO QUARENTA – A POLÍCIA PARA LEIGOS

 


“Nestes cinco anos, a editora Veneta ajudou a elevar o nível das histórias em quadrinhos no Brasil. Publicando obras bem selecionadas, especialmente as de autores brasileiros, sempre com um esmerado cuidado gráfico e editorial, trouxe um novo patamar de qualidade para os quadrinhos no país. Certamente, o panorama desses cinco anos de atividade da editora torna possível vislumbrar um promissor futuro para ela. E para as histórias em quadrinhos brasileiras, também.”

Waldomiro Vergueiro – professor da ECA/USP


“Uma editora de quadrinhos não precisa somente de grandes artistas, mas de uma visão, um ‘gosto particular’, que a chatice epistemológica atual chama de ‘curadoria’. Quando vemos os trabalhos de Cinthia B, Juscelino Neco, Marcelo D’Salete e João Pinheiro, entre outros, percebemos que eles se integram ao catálogo, ao ‘corpo’ da editora, ao mesmo tempo que o constituem, sacaram? Enfim, se não entenderam, o problema é de vocês, não meu. E tampouco da Veneta.”

Rafa Campos Rocha, autor de LOBAS


“Raras são as editoras que se arriscam, ousam e investem em obras verdadeiramente inovadoras. Algumas podem até tentar com um ou outro título pontualmente, mas fazer da ousadia sua marca registrada, só a Veneta. Ousada nos títulos escolhidos, ousada no elevado padrão editorial e ousada na aposta em autores de qualidade. Parabéns pelos 5 anos.”

Nobu Chinen, professor da ECA/USP


“Agir de veneta é um lance impulsivo, algo que você guardou muito tempo dentro de si e de repente, meio sem saber como, a coisa vem, numa revolução e sai pro mundo. É algo que parece do nada, mas se articulou por algum tempo sem que a gente soubesse direito, sem que a gente soubesse o porquê.
Disso vamos pra uma editora que lança livros que dão na veneta de seus editores, livros que provocam e podem alimentar outras venetas por aí. É preciso planejar as revoluções pra que elas possam surgir de veneta. Ou venetas.
Parabéns por 5 anos de veneta.”

Lielson Zeni, jornalista e editor, criador do site Balbúrdia


“O que mais me incomoda na Veneta é a venetice da coisa. Ou o que parece venetice para um jornalista que gostaria de todas suas pautas agendadas, catalogadas e organizadas. A Veneta me apareceu de veneta com um álbum de quadrinho espanhol, A Arte de Voar, venetamente soltou na praça o Marcello Quintanilha renovado em Tungstênio e, por mágica venetusca, de repente estava aí com Marcelos D’Saletes, Milos Manaras, Juscelinos Necos, Eds Piskors, Wagneres Willians, Cynthias Bs. Parece que nada é anunciado. Tudo simplesmente aparece, pronto, impresso, geralmente bonito. E de veneta. Como uma bomba, tanto na imediatez quanto no impacto. Deu na veneta do Rogério de Campos escrever um livro sobre os primórdios dos quadrinhos e, bum, Imageria apareceu na livraria. Deu na veneta publicarem Love & Rockets e, bum, Sopa de Lágrimas. Óbvio que nada acontece assim, de uma hora para outra. Mas a venetice aparente da coisa parece identidade de marca. A Veneta cuidadosamente estrategizando para parecer uma operação de veneta. Sempre me pegam de surpresa. E me incomodam. Quero mais 50 anos de venetices. Continuem me incomodando, por favor.”

Érico Assis, tradutor de DESAPLANAR


“A Editora Veneta publica com gosto, com desejo, com obstinação… O que der na veneta, sem política nem ganância! Me apresentou novos autores e me fez conhecer clássicos que ainda não tinham passado pelo Brasil. “

Tiago Judas, autor de HÍDRICO

 

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