{"title":"Matteo Guarnaccia","description":"\u003cp\u003e\u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e\u003cspan\u003eNascido em Milão, Itália, em 1954, Matteo Guarnaccia é artista, ensaísta e escritor e um dos principais representantes da psicodelia europeia. é autor de PROVOS (coleção Baderna, Veneta, 2015)\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"provos-amsterda-e-o-nascimento-da-contracultura","title":"PROVOS – AMSTERDÃ E O NASCIMENTO DA CONTRACULTURA","description":"\u003cp\u003eEm 1965, Amsterdã tornou-se o epicentro da juventude mundial. Jovens artistas e agitadores tomaram as ruas da cidade com seus ritos coletivos contra os fetiches da sociedade consumista. Era o movimento Provo (abreviação de “provocador”) e o surgimento da contracultura, cuja história é registrada no livro\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eProvos – Amsterdã e o nascimento da contracultura\u003c\/em\u003e, do italiano Matteo Guarnaccia, que integra a coleção Baderna.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe inspiração anarquista e dadaísta, os Provos ganharam notoriedade com ações de subversão calcadas no humor e no desafio à autoridade. Happenings contra o cigarro e o automóvel reuniam milhares de jovens na praça Spur, atraindo a atração da polícia e da mídia internacional. Conforme crescia o público das performances, crescia também a repressão policial e a repercussão. Em uma de suas intervenções mais famosas, os Provos espalharam bicicletas brancas pela cidade, em protesto contra a indústria do automóvel. Começava aí a cultura do cicloativismo, que hoje ganhou o mundo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA revista Provo era a base para difusão das ideias do grupo e revelou artistas como o cartunista Willem, que alguns anos depois participaria da fundação do semanário de humor Charlie Hebdo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eProvos é o segundo título da coleção Baderna, sobre ativismo político, que a Veneta relançou em 2014 com o inédito A Revoada dos Galinhas Verdes, de Fúlvio Abramo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Os Provos deram o pontapé inicial para o surgimento da contracultura, e foram imitados no resto do planeta, inclusive pelos beatniks e hippies da América.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e– Carlota Cafiero (\u003ca href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/literatura\/provos.html\"\u003eScream \u0026amp; Yell\u003c\/a\u003e)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Os Provos holandeses Inventaram a contracultura”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e– Eduardo Ribeiro (\u003ca href=\"https:\/\/www.vice.com\/pt_br\/article\/jpekq7\/os-provos-holandeses-inventaram-a-contracultura\"\u003eVice\u003c\/a\u003e)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Recomendo a todos os defensores da bicicleta como meio de transporte, apesar do livro não falar apenas sobre bicicleta”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e– Melissa (\u003ca href=\"https:\/\/vadebici.wordpress.com\/2011\/05\/02\/provos-amsterdam-e-o-nascimento-da-contracultura\/\"\u003eVadebici\u003c\/a\u003e)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Ao contrário de Beatles, Dylan ou Ginsberg, as proezas dos Provos e eles próprios, até hoje são pouco conhecidas fora da Holanda”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e– José Teles (\u003ca href=\"http:\/\/jconline.ne10.uol.com.br\/canal\/cultura\/noticia\/2015\/04\/12\/provos-anteciparam-a-contracultura-na-holanda-em-1965-176386.php\"\u003eJornal do Commercio\u003c\/a\u003e)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Foi o primeiro movimento em que os jovens, como grupo social independente, tentaram influenciar a política, fazendo-o de modo absolutamente original, sem propor ideologias, mas um novo e generoso estilo de vida anti-autoritário e ecológico”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e– (Baixa Cultura)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Nesse curto tempo de existência, tiveram uma influência enorme nas revoluções francesas de Maio de 68 e no movimento hippie americano, além de ter dado início a uma série de novos grupos ativistas na Holanda. Não foi à toa que John Lennon e Yoko Ono escolheram Amsterdam para ser o local de seu primeiro protesto ‘bed in’, em 1969, e trouxeram uma bicicleta branca para o quarto.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e– Fernanda Castelo Branco (\u003ca href=\"https:\/\/vontadedeviajar.com\/provos-contracultura-amsterdam\/\"\u003eVontade de Viajar\u003c\/a\u003e)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Juntando arte, política e um punhado de vandalismo, os Provos conquistaram um lugar na história dos movimentos subversivos de vanguarda do século XX”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e– Cristiano Viteck (\u003ca href=\"https:\/\/www.opresente.com.br\/blog\/cristiano-viteck\/post\/a-revolucao-das-bicicletas-brancas\"\u003eO Presente\u003c\/a\u003e)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Coleção apresenta as bíblias dos baderneiros”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e– (\u003ca href=\"https:\/\/www.terra.com.br\/istoegente\/120\/divearte\/livro_colecao_apresenta_biblias_baderneiros.htm\"\u003eIsto É Gente\u003c\/a\u003e)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Editora Veneta","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":43760736043044,"sku":"9788563137326","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0777\/5698\/9476\/files\/69acda25ecb7f.jpg?v=1772935734"}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0777\/5698\/9476\/collections\/IMG_2374_a7f5a4e3-bdde-4d0b-8ec3-72369396ab42.png?v=1778636312","url":"https:\/\/veneta.com.br\/collections\/matteo-guarnaccia.oembed","provider":"Editora Veneta","version":"1.0","type":"link"}