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Ponto Quarenta - A polícia para leigos

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Peso 0,201 kg
Dimensões 21 × 14 × 1,2 cm
Acabamento Brochura
ISBN 9788563137265
Nº de páginas 128
Versão eBook, Físico

O cotidiano da Polícia Civil de São Paulo narrado do interior da corporação. Esse é o mote de Ponto Quarenta, o primeiro livro do ex-policial Roger Franchini. Vital, um investigador em início de carreira, narra o dia-a-dia de crime e poder em uma delegacia paulista e se vê envolvido em uma trama de corrupção e violência protagonizada por integrantes da alta cúpula do governo.

Lançado originalmente de forma independente em 2009, com pequena tiragem, Ponto Quarenta esgotou-se em poucos meses e virou um item disputado no mercado de livros raros. Um clássico secreto da literatura policial brasileira, em nova edição pela Veneta.

“O livro tem a força da experiência vivida, filtrada por uma linguagem seca, direta, despida de ornamentos, o que torna sua narrativa mais contundente (...) Roger Franchini lavrou um boletim de ocorrência literário”

– Marçal Aquino

“Roger Franchini É Responsável Pelo Melhor da Literatura Policial Brasileira Atual”

– Marie Declercq (Vice)

“Quer entender como a cabeça de um policial brasileiro funciona? Leia o Ponto Quarenta (Veneta), de Roger Franchini.”

– Ronaldo Bressane (Status)

“Ponto Quarenta: um clássico da literatura policial brasileira”

– Débora Lopes (Vice)

“A narrativa convence pela verossimilhança, dando um embasamento que nenhum literato poderia adquirir estando longe de um cenário real que é a rotina policial paulista”

– Marcia Saito (Torrente Literária)

“O Roger, para nós,  é motivo de grande orgulho. Para a velhacaria dos meus pares  –  também dos tiras lambedores da administração – é mais um que deve ser perseguido e banido do mapa. Aliás, solicitou exoneração pela perseguição que lhe fez o primo do Ruyzito. Deveria ter ganhado uma medalha, um prêmio, uma promoção ou uma bolsa de estudos, pois defendeu todos os operacionais da policia civil e militar ao ironizar o LUCIANO HUCK, que em vez de fazer boletim de ocorrência, após ter o Rolex roubado, preferiu escrever um artigo publicado na imprensa CHAMANDO O CAPITÃO NASCIMENTO. Roger, além de criticado  por um puxa-saco lotado no DENARC, foi vítima de condução coercitiva, indiciamento em inquérito e sindicância.”

– (Flit Paralisante)

“O cotidiano da Polícia Civil de São Paulo narrado do interior da corporação.”

– (Publishnews)

Ana Paula Laux, do Literatura Policial, entrevista Roger Franchini

Maria Teresa Cruz, da Ponte, entrevista Roger Franchini

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