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PROVOS – AMSTERDÃ E O NASCIMENTO DA CONTRACULTURA

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Peso: 0,266 kg
Dimensões: 21 × 1 × 14 cm
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-63137-32-6
Nº de páginas: 184

Em 1965, Amsterdã tornou-se o epicentro da juventude mundial. Jovens artistas e agitadores tomaram as ruas da cidade com seus ritos coletivos contra os fetiches da sociedade consumista. Era o movimento Provo (abreviação de “provocador”) e o surgimento da contracultura, cuja história é registrada no livro Provos – Amsterdã e o nascimento da contracultura, do italiano Matteo Guarnaccia, que integra a coleção Baderna.

De inspiração anarquista e dadaísta, os Provos ganharam notoriedade com ações de subversão calcadas no humor e no desafio à autoridade. Happenings contra o cigarro e o automóvel reuniam milhares de jovens na praça Spur, atraindo a atração da polícia e da mídia internacional. Conforme crescia o público das performances, crescia também a repressão policial e a repercussão. Em uma de suas intervenções mais famosas, os Provos espalharam bicicletas brancas pela cidade, em protesto contra a indústria do automóvel. Começava aí a cultura do cicloativismo, que hoje ganhou o mundo.

A revista Provo era a base para difusão das ideias do grupo e revelou artistas como o cartunista Willem, que alguns anos depois participaria da fundação do semanário de humor Charlie Hebdo.

Provos é o segundo título da coleção Baderna, sobre ativismo político, que a Veneta relançou em 2014 com o inédito A Revoada dos Galinhas Verdes, de Fúlvio Abramo.

“Os Provos deram o pontapé inicial para o surgimento da contracultura, e foram imitados no resto do planeta, inclusive pelos beatniks e hippies da América.”

– Carlota Cafiero (Scream & Yell)

“Os Provos holandeses Inventaram a contracultura”

– Eduardo Ribeiro (Vice)

“Recomendo a todos os defensores da bicicleta como meio de transporte, apesar do livro não falar apenas sobre bicicleta”

– Melissa (Vadebici)

“Ao contrário de Beatles, Dylan ou Ginsberg, as proezas dos Provos e eles próprios, até hoje são pouco conhecidas fora da Holanda”

– José Teles (Jornal do Commercio)

“Foi o primeiro movimento em que os jovens, como grupo social independente, tentaram influenciar a política, fazendo-o de modo absolutamente original, sem propor ideologias, mas um novo e generoso estilo de vida anti-autoritário e ecológico”

– (Baixa Cultura)

“Nesse curto tempo de existência, tiveram uma influência enorme nas revoluções francesas de Maio de 68 e no movimento hippie americano, além de ter dado início a uma série de novos grupos ativistas na Holanda. Não foi à toa que John Lennon e Yoko Ono escolheram Amsterdam para ser o local de seu primeiro protesto ‘bed in’, em 1969, e trouxeram uma bicicleta branca para o quarto.”

– Fernanda Castelo Branco (Vontade de Viajar)

“Juntando arte, política e um punhado de vandalismo, os Provos conquistaram um lugar na história dos movimentos subversivos de vanguarda do século XX”

– Cristiano Viteck (O Presente)

“Coleção apresenta as bíblias dos baderneiros”

– (Isto É Gente)

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